O Santo Cura d'Ars é um compêndio vivo de fé até à medula do ser, até ao tutano da alma. Vivia todo absorto em Deus e todo dedicado à missão.
Abraçou o apostolado, mas suspirou sempre pela solidão. Daí que no exterior exalasse o perfume daquela interioridade que estava ancorada num forte contacto com Deus.
O essencial era, nele, sempre prioritário. Eucarista, Liturgia das Horas e Rosário formavam o tripé do seu crescimento e da sua maturação.
Apelava muito à oração da simplicidade. Ele mesmo explicava o segredo que tomou dos lábios de um camponês que, um dia, observou em longo tempo de meditação. Perguntado sobre o modo como orava, respondeu: «Eu olho para Ele; Ele olha para mim»!
